Segurança que protege vidas: o que dizem os profissionais da ROHR no dia a dia das obras
Institucional

No dia 28 de abril, Dia Mundial da Saúde e Segurança do Trabalho, a ROHR abre espaço para quem vive isso na prática.
Em 2026, a iniciativa segue dando voz a quem está no campo, nas unidades e nas operações. Quem toma decisão todo dia sabendo que segurança não é detalhe, é prioridade.
Mais do que falar sobre segurança, a ideia aqui é ouvir. Ouvir quem faz a Engenharia de Construção e Acesso acontecer com responsabilidade, todos os dias.
Além dos depoimentos em texto, colaboradores de diferentes regiões também enviaram seus relatos em vídeo, trazendo ainda mais realidade para o que a gente está falando aqui.
“Trabalhar com segurança é garantir que todos voltem para casa da mesma forma que saíram.”EVERTON MAGALHÃES CORREA
Técnico em Segurança do Trabalho – São Paulo / SP
Para Everton, tudo começa antes de iniciar. Olhar o ambiente, conferir os equipamentos, garantir que tudo está certo. No dia a dia, ele vê que muitos riscos ainda vêm do uso incorreto ou até da falta de atenção com os EPIs. Segurança, pra ele, passa por consciência e responsabilidade de cada um.
“Nenhum trabalho vale uma vida.”
EDSON BAPTISTA GOMES
Técnico em Segurança do Trabalho – São Paulo / SP
Edson traz uma visão muito clara: a segurança começa no jeito de pensar o trabalho. Não é só executar, é prever falhas, garantir que existe mais de uma proteção. Ele também aponta o excesso de confiança como um dos maiores riscos. Experiência não pode virar descuido.
“Segurança não pode ser negociável, mesmo com prazos apertados.”
REINALDO MELO DOS SANTOS
Gerente de Obras – Salvador / BA
Reinaldo reforça algo essencial: segurança não entra depois, ela faz parte do processo. Planejamento, equipe preparada e respeito às normas fazem toda a diferença. Prazo não pode justificar improviso. Quando a segurança está bem estruturada, ela não atrasa, ela sustenta o trabalho.
“Inspecionar é prevenir.”
STEPHANIE PAULA FERREIRA
Técnica em Segurança do Trabalho – Brasília / DF
Stephanie chama atenção para o básico bem feito. Conferir equipamento, analisar o ambiente, planejar antes de agir. Pequenos detalhes evitam grandes problemas. E ela reforça um ponto importante: quando a equipe é bem treinada, o comportamento seguro deixa de ser obrigação e vira padrão.

