RELAÇÕES SOCIOAMBIENTAIS

A ROHR se preocupa com os impactos que possa gerar na sociedade e, por isso, desenvolve ou participa de diversos programas nos âmbitos sociais, culturais e ambientais.

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Desde 2004, a ROHR vem investindo em ações socioculturais por meio de recursos incentivados pela Lei de Incentivo Cultural (Lei Rouanet) ou pelo Fundo de Amparo a Criança e ao Adolescente (FUNCAD). Neste período, destinou mais de R$ 600 mil para diversos projetos capitaneados pela ONG Ação Comunitária, Associação Cultura Artística, Fundação Roberto Marinho, entre outros.

As iniciativas estão em linha com a filosofia da ROHR, de apoiar o desenvolvimento social e cultural no Brasil. A empresa, por exemplo, é contribuinte regular da ONG Ação Comunitária, entidade sem fins lucrativos que há 40 anos trabalha para a inserção na sociedade de milhares de crianças, adolescentes e jovens da periferia de São Paulo por meio de programas sociais e educacionais que formam crianças desde os três anos de idade até jovens com 21 anos. Seus executivos, por sua vez, vão além e sedem parte de seu tempo e conhecimento como voluntários em prol da gestão da entidade desde a sua fundação.

A ROHR contribui também com a APAE (Casa Branca), além de oferecer oportunidades de inclusão para portadores de necessidade especiais e ex-alunos da entidade, contratando-os como mão-de-obra para a operação de fabricação da ROHR desenvolvida no município de Casa Branca. Principais projetos apoiados pela ROHR:


Principais projetos apoiados pela ROHR:


Projeto Som, Ritmo e Movimento

Realiza atividades culturais nas áreas de Musicalização, Artes Cênicas, Dança, Atividades Esportivas e Capoeira para mais de 5.000 crianças, adolescentes e jovens em 22 organizações integrantes da Ação Comunitária.

Cumpre o papel de provocar mudanças significativas ao implementar ações culturais e de lazer para esse público, além de estimular a participação dos pais e o envolvimento de toda a comunidade.

Inteiramente financiado com recursos incentivados pela da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Ministério da Cultura), sua 3ª edição ocorreu em 2008 e, além da ROHR, contou com o patrocínio das empresas Abbott, Banco Itaú BBA, Banco Toyota, M. Cassab, Nadir Figueiredo, Promon, Serasa e Ultragaz.

A ROHR patrocina esse programa desde a 2ª edição, em 2007, e já garantiu a sua participação para a 4ª edição, a ser realizada em 2009.

Projeto Matizes

As artes plásticas como agente de aprendizagem, resgate cultural e inclusão. Com esse conceito, o projeto prevê o subsídio a educadores sociais e culturais das comunidades atendidas pela Ação Comunitária para a execução de oficinas com aplicação prática de conhecimentos adquiridos no Projeto de Formação de Educadores.

Com a transmissão de conhecimentos de artes plásticas a crianças e adolescentes do Programa Crê-Ser, o projeto possibilita o resgate cultural e a produção, em espaço público, de um painel com placas em cerâmica – símbolo e marco perene da construção coletiva e da identidade cultural da região.

Atende 1.792 crianças e adolescentes de 7 a 14 anos com atividades aplicadas por 44 educadores. Com financiamento proveniente de recursos incentivados no âmbito do Fundo de Amparo a Criança e ao Adolescente – FUNCAD, da Prefeitura da Cidade de São Paulo, a ROHR contribui com a 2ª edição a ser realizada no ano 2009.

Projeto Eu, Tu, Nós Desatando os Nós da Sociedade

(As tecnologias da informação e comunicação como agentes de aprendizagem e inclusão social) - Inscrito no Fundo de Amparo a Criança e ao Adolescente – FUNCAD, da Prefeitura da Cidade de São Paulo, é realizado pela Ação Comunitária, objetiva contribuir de forma articulada com 17 organizações da sociedade para o desenvolvimento integral de 1.680 crianças e adolescentes de 07 a 14 anos, incentivando-os a serem protagonistas de transformações em suas histórias e nas comunidades de origem através da informática, fotografia e da produção de jornal comunitário.

A ROHR consta como um dos doadores desse projeto.

Livro “Engenharia Invisível”

Monumentos, catedrais, túneis, viadutos e arranha-céus formam a face visível e permanente da engenharia. Ela está tão presente que a sociedade a considera parte da ordem natural das coisas. Os milênios de esforços, tentativas frustradas e conquistas são muitas vezes ignorados. A face invisível da engenharia enfrenta um desafio ainda maior pelo reconhecimento.

Dos cálculos matemáticos aos andaimes, ferramentas e escoras, um universo de conhecimento erguido apenas no momento da construção é praticamente desconhecido fora dos círculos acadêmicos ou técnicos.

Escrito por Fernanda Passarelli Hamann com a consultoria técnica do Professor Walter Pfeil, tem como objetivo contar a história dessas práticas e inovações, contextualizada com os ciclos de desenvolvimento brasileiro. São valorizadas tanto as soluções tecnológicas como o seu uso em um determinado momento do passado ou presente. Com patrocínio do Ministério da Cultura e da ROHR por meio da Lei de Incentivo a Cultura, essa interação multidisciplinar entre a história da engenharia e a do Brasil é importante para garantir o didatismo e interesse de uma obra destinada não apenas aos parceiros e formadores de opinião, mas também ao público em geral.

Museu da Língua Portuguesa

A empresa é uma das apoiadoras deste espaço que, desde 2003, proporciona à população uma experiência inédita de se criar uma dinâmica para a celebração, a compreensão e o uso da língua portuguesa, reunindo em uma única iniciativa a proteção de dois valiosos patrimônios culturais brasileiros: a Estação da Luz e a Língua Portuguesa.

O primeiro deles é um dos mais significativos monumentos arquitetônicos do país e um dos cartões-postais da cidade. O projeto, orçado em R$ 36 milhões, iniciou em 2003 e é fruto da parceria entre Ministério da Cultura, IBM Brasil, Correios, TV Globo, Petrobras, Secretaria de Estado da Educação de São Paulo, Vivo, Votorantim e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

A realização é da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo e da Fundação Roberto Marinho com o apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Conta ainda com o apoio da Fundação Biblioteca Nacional, da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), do Instituto Camões, da Prefeitura de São Paulo / Secretaria Municipal de Cultura / Biblioteca Mário de Andrade, da Cia. Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), da Rede Ferroviária Federal e da Rohr Estruturas Tubulares.


Ambiental


Desde a sua fundação, a ROHR desenvolve uma série de ações para reduzir os impactos que possa causar no meio ambiente. Entre essas ações destacam-se:

Madeiras – A ROHR só compra madeira certificada e, para os resíduos de madeiras que sobram de reformas nos escritórios e nas obras, mantém um contrato com a empresa Reciclatec, que retira o material, transformando-o em combustível para caldeiras e fornos industriais. A Reciclatec é uma empresa que segue todo o processo dos 4 Rs:

1º: Reduzir a produção de lixo e objetos desnecessários. Reduzir também significa usarmos produtos mais duráveis, controlarmos o uso excessivo de água, luz, gás, enfim, evitarmos qualquer tipo de desperdício.

2º: Reutilizar o que fabricamos e evitarmos o uso de “materiais descartáveis”, a menos que sejam necessários à proteção da nossa saúde. Desta maneira, devemos aproveitar roupas e móveis, trocar, vender e doar tudo aquilo que não tem utilidade para nós, mas pode ser usado por alguém.

3º: Reciclar os materiais usados para fabricação de novos produtos. Para que seja possível reciclar plásticos, vidros, metais e papéis, estes materiais precisam estar separados e em grande quantidade. Por isso é tão importante praticar a coleta seletiva.

4º: Repensar sobre nossos hábitos de consumo e repensar sobre as conseqüências que o consumo desenfreado gera em nosso planeta: esgotamento das reservas de água e minérios, poluição da água, do ar, do solo, além do agravamento das desigualdades sociais.

• Lixo não orgânico – A ROHR mantém parceria com uma cooperativa de Perus que recolhe, separa e recicla todo o lixo não-orgânico gerado no escritório e no depósito da empresa em São Paulo.

• Baterias e pilhas – No caso das baterias e pilhas comuns, elas são armazenadas no almoxarifado da própria ROHR e sempre que o volume atinge 50 kg elas são encaminhadas às empresas especializadas no descarte desse produto. As baterias utilizadas nas plataformas aéreas de trabalho são enviadas para empresas especializadas no descarte desse produto e que emitem certificado do serviço realizado;

• Plantio de mudas – Mas além dessas atitudes de reciclar e de forma a reduzir ainda mais o seu “footprint” de emissão de carbono, a ROHR preocupa-se com o meio ambiente em outros âmbitos. A empresa já plantou mais de 10.000 mudas de grama amendoim e outras 2.000 de plantas de espécies nativas, como parte de um projeto de reflorestamento. Dessa forma, está preservando três hectares de Mata Atlântica, de áreas degradadas pela própria natureza, na área onde funciona atualmente o principal depósito da empresa no bairro de Perus, em São Paulo.